Clareza acima de automação
Toda ação significativa permanece compreensível, rastreável e verificável. Automação que ninguém entende é escuridão com outro nome.
O workflow que te conecta
O Lumus é um harness local-first: a camada de orquestração que rege consciências de IA especializadas, um grimório de skills e servidores MCP direto na sua máquina — da ideia ao commit, cada passo iluminado e auditável.
Os Três Votos
Antes do primeiro agente acordar, três votos foram selados. Eles decidem o que o Lumus faz — e, sobretudo, o que ele se recusa a fazer.
Toda ação significativa permanece compreensível, rastreável e verificável. Automação que ninguém entende é escuridão com outro nome.
Dados sensíveis e operações críticas ficam sob o seu controle sempre que possível. A luz nasce na sua máquina.
Quanto mais autonomia o agente ganha, mais fortes os guardrails e os checkpoints de aprovação humana que o cercam.
O Panteão
Odin coordena do alto e a luz desce até cada especialista — cada um faz uma única coisa, e a faz excepcionalmente bem. Escolha uma consciência para conhecê-la.
O Orquestrador Primordial
O olho que tudo vê. Coordena a sessão ponta a ponta, delega para os especialistas e nunca toca o código de produção com as próprias mãos.
Ciano Vidente — Penhorou um olho no poço de Mímir — e de seu trono tudo contempla.
A roda do rito
A luz percorre as cinco estrelas, sempre na mesma ordem — e ao selar o commit, o ciclo recomeça. Toque uma estrela para conhecer a consciência.
lumus — uma sessão, condensada
exemplo ilustrativo
$lumus "adicione autenticação à API"
Intent congela a intenção · 2 premissas em risco
Íris refina o escopo · 3 ambiguidades dissolvidas
Prometheus desenha a spec · aprovada no gate adversarial
Hephaestus forja o código · 14 arquivos · +612 −88
Athena pondera os trade-offs · rota confirmada
Nemesis audita · 0 issues bloqueantes
Hermes sela o commit · feat(auth): fluxo de autenticação
Mnemosyne guarda o que aprendeu · 1 padrão novo
✦ Luz verde — cada passo no ledger auditável do AEGIS.
Os Instrumentos
O Model Context Protocol estende o agente para além do pensar: cada servidor é um instrumento com ofício próprio — governar, falar, lembrar, versionar, cronometrar, consultar — todos sob o mesmo rito de auditoria.
lumus-aegis
AEGIS é a lei do ecossistema: specs executáveis, gates adversariais — críticos automatizados que só aprovam com prova — e um ledger que registra cada ação do agente. Autonomia sob controle, sempre auditável.
lumus-olympio
Todo output passa pelo Olympio antes de chegar até você: templates, relatórios, score de voz humana e zero AI-slop.
lumus-memory
Observações, reflexões e padrões semânticos com decaimento e proveniência auditável. O agente lembra — entre sessões, entre projetos.
lumus-vcs
O único canal por onde o harness escreve no repositório: Git sem shell, em envelopes tipados, com pós-condições validadas. Operação destrutiva exige autorização humana emitida antes — não pedida depois.
lumus-chronos
O relógio do ecossistema: tempo canônico com timezone, durações e parsing relativo, integrado ao Modo Incidente do AEGIS. Toda consciência marca o instante pela mesma fonte.
lumus-oracle
Quando o panteão precisa de uma lente de fora, o Oracle consulta o ChatGPT pela web via automação de browser local. Segunda opinião sem sair do rito.
Os Portais
O Lumus não é um app que você visita: é um harness que mora na sua máquina e aparece na superfície que o trabalho pedir — janela, terminal ou o runtime que você já usa.
app desktop
Um app nativo que roda na sua máquina e hospeda o Lumus inteiro — panteão, specs, memória e analytics — sem depender de aba de navegador nem de servidor de terceiro.
terminal
O mesmo harness onde você já trabalha. O rito acontece no seu shell, com os gates e o ledger valendo do mesmo jeito — nada de contexto perdido ao trocar de superfície.
multi-runtime
O PI carrega o núcleo do harness na linha de comando; Claude Code, Codex e OpenCode recebem cada um a sua projeção das mesmas fontes canônicas: instruções, skills, consciências e lifecycle. Uma verdade, vários corpos.
O Lumus fala com vários provedores de modelo através de um proxy que roda na sua máquina. Credenciais, OAuth, endpoints privados e estado local nunca entram na sincronia entre dispositivos.
O Grimório
Cada skill é conhecimento destilado que o agente invoca quando o contexto pede — descoberta automática, contratos validados, evolução versionada.
6 skills
5 skills
4 skills
5 skills
5 skills
6 skills
…e o grimório continua crescendo a cada sessão.
A Escada da Luz
São oito níveis de Agentic Engineering — e cada um pressupõe o anterior. O Lumus consolidou a subida até o nível 6 e constrói o 7 sobre fundação real, não sobre promessa.
Fundação: Autocomplete e chat no editor. Onde todo mundo começa.
Cada token luta pelo seu lugar: contexto curado, denso, intencional.
O sistema aprende entre sessões: memória, regras que evoluem com o erro.
Um grimório de skills em packs e servidores MCP estendem o que o agente consegue fazer.
Gates, hooks e CI vigiando cada mudança. O erro não passa em silêncio.
Workers assíncronos com implementador ≠ revisor, erguidos sobre os gates do nível 6.
Times de agentes sem hub central. A fronteira ainda aberta.
O chamado
“Que minha consciência ajude a iluminar seu desenvolvimento.”
O Lumus ainda está sendo forjado pelo panteão — acompanhe cada fagulha no GitHub.